Sobre Daniel Nunes


💡 Inovação na Amazônia: conectando ciência, tecnologia e mercado

Minha trajetória profissional é guiada por um propósito: transformar conhecimento em soluções práticas que gerem crescimento sustentável. Hoje, atuo na interseção entre a pesquisa acadêmica e o mercado, ajudando empresas e founders a navegarem pelo complexo ecossistema da inovação com estratégias baseadas em dados e focadas em resultados.

🌱 Minha Jornada

Essa visão multidisciplinar é fruto de uma trajetória que conecta ciência, tecnologia e estratégia de negócios sempre com um pé na Amazônia e outro na inovação.

Atualmente, curso Mestrado Profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação pela UFOPA, onde pesquiso como proteger e levar inovações ao mercado de forma estratégica, unindo meu interesse por desenvolvimento regional e negócios de base tecnológica.

Para aprofundar minha atuação na interseção entre dados, comunicação e mercado, busquei especializações de ponta:

  • MBA em Big Data e Inteligência Competitiva
  • MBA em Comunicação e Marketing
Também busco constante atualização por meio de formações complementares que conectam inovação, tecnologia e negócios:
  • Uso da Propriedade Intelectual em Negócios de Base Tecnológica e Tradicional (INPI)
  • Cenário de Marketing Digital (META Facebook)
  • Planejamento de Marketing (Resultados Digitais - RD University)
  • Gestão de Marketplaces e Design Thinking (SEBRAE)
  • Ecossistema de Tecnologia (Rocketseat)
  • Implantação do Modelo Cerne de Gestão de Incubadoras (ANPROTEC)

Minha base tecnológica veio com a Graduação em Sistemas de Informação pela Universidade Paulista (UNIP) , concluída em 2020, que me deu as ferramentas para unir o raciocínio lógico à solução de problemas reais.

Antes disso, minha carreira começou onde menos se espera: na Biologia. Entre 2002 e 2006, cursei Ciências Biológicas nas Faculdades Integradas do Tapajós (FIT) e atuei como auxiliar de pesquisador no Experimento de Larga Escala da Biosfera e Atmosfera (LBA) , na Floresta Nacional do Tapajós. Lá, participei de pesquisas sobre medição de área foliar, biomassa de carbono e comportamento animal, desenvolvendo um olhar científico e sistêmico que até hoje aplico na análise de dados e na estratégia de negócios. Essa experiência resultou em publicações em conferências como a III Conferência Científica do LBA e a Jornada de Iniciação Científica do IESPES.

Por que essa trajetória importa?

Essa jornada incomum que vai da floresta aos dados, da pesquisa de campo à estratégia digital me permite enxergar problemas de negócio de uma forma diferente. Não trabalho com fórmulas prontas, mas com metodologias adaptadas à realidade de cada empresa, sempre com um pé na inovação e outro na execução prática.