TikTok encerra identidade personalizada para anunciantes
Menos personagem, mais perfil real no Ads. Até agora, o TikTok permitia que anunciantes rodassem campanhas usando identidades personalizadas, sem necessariamente vincular os anúncios a um perfil real e verificado.
Era comum ver marcas e operações rodando Ads meio “sem rosto”. Isso está acabando!
O TikTok anunciou que vai descontinuar a opção de Custom Identity, exigindo que os anúncios passem a ser criados a partir de perfis reais e verificados, com rosto, histórico e presença orgânica mínima.
Na prática, o recado é simples: a plataforma quer mais confiança, contexto e autenticidade na entrega dos anúncios.
Segundo testes internos do próprio TikTok, contas vinculadas a perfis reais tiveram melhora de performance, com queda de CPA em parte significativa dos anunciantes. Não é milagre, é lógica de feed. As pessoas confiam mais quando sabem quem está falando com elas.
Fica o aviso: se você anuncia no TikTok, vale revisar sua estrutura agora. Perfil bem montado, bio clara, conteúdo orgânico básico e identidade coerente com o anúncio deixam de ser “detalhe” e viram parte da estratégia.
Google começa a soltar a coleira dos vídeos no Performance Max
Mais espaço pra testar criativo sem bagunçar campanha
Até hoje, quem anunciava no Performance Max tinha um limite bem chato: no máximo 5 vídeos por grupo de ativos. Na prática, isso obrigava muita gente a fazer escolha ruim. Ou você priorizava formato, ou priorizava variação criativa. Os dois juntos quase nunca cabiam.
Agora, alguns anunciantes começaram a notar algo diferente: o Google estaria testando a liberação de até 15 vídeos por Asset Group. Ainda não é anúncio oficial, mas o sinal é claro.
O impacto disso é bem direto. Com mais espaço pra vídeo, fica mais fácil cobrir os principais formatos (horizontal, vertical e quadrado) e, ao mesmo tempo, testar criativos diferentes sem precisar duplicar campanha ou criar um monte de estrutura paralela só pra “fazer caber”.
Sinceramente, isso conversa muito com o rumo que o PMax vem tomando. Vídeo deixou de ser um complemento e virou peça central da entrega. Quanto mais opções o algoritmo tem pra testar, melhor tende a ser a performance, desde que o criativo seja bom, claro.
Não é uma revolução, mas é um ajuste importante. Se esse limite maior se confirmar, fica bem mais viável trabalhar criativo de verdade dentro do Performance Max, sem gambiarra e sem fragmentar tudo.
Quem ainda trata vídeo como detalhe no PMax vai sentir cada vez mais dificuldade pra competir.

