A inteligência artificial segue em alta, mas entrar nesse mercado pode ser mais simples do que parece. Segundo o Business Insider, profissionais que passaram por Meta, Microsoft, Snap e Google apontam caminhos práticos para quem não tem doutorado nem histórico em big techs.
A NVIDIA também contribuiu com um novo guia gratuito para otimização de LLMs rodando localmente com dicas sobre dados, memória e personalização de modelos.
Na China, a AgiBot chamou atenção ao lançar um serviço curioso: aluguel de robôs humanoides para eventos como casamentos, shows e reuniões corporativas. O futuro definitivamente chegou e pode ser alugado.
No marketing, um alerta importante: anúncios marcados como “gerados por IA” registram cerca de 31% menos cliques. Não por acaso, campanhas como o polêmico Natal do McDonald’s reacenderam o debate. Em 2025, a publicidade com IA acumulou críticas, da “avó de IA” da Meta aos caminhões estranhos da Coca-Cola.
Em colaboração, a OpenAI liberou chats em grupo com até 20 pessoas, permitindo colaboração em tempo real via link ou menções.
Nos investimentos, startups indianas captaram US$ 10,5 bilhões no ano. A IA ficou com US$ 643 milhões, mas soluções práticas em estágio inicial lideraram, refletindo um mercado mais criterioso.
Ferramentas que se destacaram:
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Origon: criação de equipes de bots com drag-and-drop e replay das execuções.
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Tripo3D: textos, imagens ou esboços viram ativos 3D em segundos.
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Heyhelp: organização inteligente do Gmail e follow-ups automáticos.
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Tallyrus: análise instantânea de documentos enviados.
Notas rápidas do mercado
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NordVPN avançou na criptografia pós-quântica.
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NVIDIA lançou a RTX Pro 5000 Blackwell com até 72GB GDDR7.
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O CERN captou US$ 1 bi para o Future Circular Collider.
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O Irã lançará três satélites com apoio da Rússia em janeiro de 2026.
Fechamos o ano com sinais claros: IA amadureceu, o mercado ficou mais seletivo e o foco voltou para aplicações reais. Nos vemos na próxima edição.
